A pandemia do COVID-19 acabou gerando inúmeros impactos negativos em todo o ambiente econômico. Por um lado, famílias vêm sendo afetadas com o aumento do desemprego e o achatamento da renda, refletindo em baixa confiança frente à conjuntura. Por outro, empresários seguem afetados (I) pela impossibilidade de operarem, devido aos diversos decretos municipais, e (II) pelo comportamento cauteloso dos consumidores que, diante do isolamento social e das incertezas, priorizam o consumo de bens de primeira necessidade, postergando a aquisição daqueles que não se enquadram nessa categoria.

Diante disso, a economia brasileira contraiu 1,5% no 1º trimestre de 2020 em comparação com o trimestre anterior, ajustado sazonalmente. Em comparação com o mesmo período de 2019 a queda foi de 0,3%.

A deterioração do mercado de trabalho pode ser verificada nos dados divulgados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério da Economia. Os dados indicam que houve uma queda líquida de 860,5 mil vagas no mês de abril em todo o país, refletindo a pandemia do coronavírus. Isso é bastante preocupante, uma vez que existe uma correlação forte entre o CAGED e o crescimento do PIB. No gráfico, abaixo, vemos o comportamento do emprego formal para os meses de abril, de 2000 a 2020.

Adicionalmente, destacamos o fraco desempenho também ocorrido em março. Naquele mês, 207,5 mil vagas CLT foram destruídas.

Passada a pandemia, o país terá que enfrentar 4 grandes desafios: o desemprego, o aumento da pobreza, o grande número de falências e a necessidade de um mercado de crédito mais eficiente.

Abaixo, estudo acerca dos dados do mercado de trabalho dos municípios de nossa representação:

>> Cidade de Betim
>> Cidade de Esmeraldas
>> Cidade de Igarapé
>> Cidade de Juatuba
>> Cidade de Mateus Leme
>> Cidade de São Joaquim de Bicas
>> Estado de Minas Gerais